sábado, 13 de agosto de 2011
Bom Nome vale tudo (Cada Dia)
“A memória do justo é abençoada, mas o nome dos perversos cai em podridão.”
Provérbios 10:7.
A história está repleta de homens que dormiram em camas de marfim, mas o colchão estava cheio de espinhos. Dormiram em berços de ouro, mas não havia paz no coração. Moraram em palacetes, condomínios fechados, apartamentos de cobertura, mas viveram encurralados pelos presságios mais horríveis. Por amor ao dinheiro muitos indivíduos passam por cima de todos, escarnecem da virtude e arrastam seu nome na lama. Esquecem-se de que o dinheiro não traz segurança nem felicidade.
O dinheiro não pode comprar as coisas mais importantes da vida. Pode comprar bajuladores, mas não amigos. Pode comprar sexo, não amor. O dinheiro pode comprar uma casa, não um lar; diversão, não alegria; uma cama confortável, não o sono reparador; um caixão de cedro, não a vida eterna. Aqueles que destroem sua honra por causa do dinheiro verão seu nome cair na podridão e sua família encher-se de vergonha. Já o justo, mesmo depois de morto, ainda influencia gerações. Ele passa, mas sua memória continua inspirando milhares de pessoas.
Oremos
Santo Senhor, reconheço que felicidade não se conquista com dinheiro. Há pessoas ricas, porém sem alegria. Quero viver por aquilo que nem a morte pode apagar. Quero viver por Ti, pois em Ti encontrei a verdadeira felicidade. Em Jesus, amém.
Publicado no Boletim Dominical
Ano 1 - Número 5 - Agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
SEMINARISTA SILVANO BERNARDINO VISITA A NOSSA IGREJA
O seminarista Silvano Bernardino é irmão do Rev. Silvio e juntamente com toda a família esteve conosco nos dias 24 e 25 de setembro, ministrando no culto jovem (sábado) e no culto de louvor e adoração (domingo). Ele está cursando o último ano e no próximo ano será ordenado ao Santo Ministério. Além de estudar, ele dirige a Congregação Presbiteriana do Bairro dos Funcionários em João Pessoa. A Congregação pertence a Igreja Presbiteriana do Brasil em Mangabeira.
| Os louvores foram ministrados, juntamente com toda a Congregação pelas irmãs: Cibely Lays (Espôsa do Rev. Silvio) e Renata Cibely. |
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
NÃO DEIXEMOS DE CONGREGAR...
Muitos hoje acreditam ser plenamente possível ser um cristão autêntico sem estar vinculado a uma igreja local, sem que haja um compromisso de lealdade a um grupo específico de crentes em Cristo. A proliferação de cultos pela televisão contribui para isso. Uma pessoa ou uma família assiste ao evento eletrônico e acha que isso é suficiente, que já satisfez suas necessidades espirituais.
Olhemos para a história do cristianismo, e veremos que por muitos séculos os cristãos valorizaram imensamente a igreja local. Na verdade, a valorização da igreja surge com os primeiros seguidores de Cristo, nos dias apostólicos, onde lemos: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração” (At 3.42-46).
Portanto, princípios bíblicos de total relevância para a vida cristã não podem ser negligenciados: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hb 10.25).
Publicado no Boletim Dominical
Ano 1 - Número 04 - Julho de 2011
HIPOCRISIA – UMA VIDA DE FALSIDADE (Mateus 23)
INTRODUÇÃO
Você acha que há situações em que a hipocrisia é justificável? Por que? A sua comunidade tem sido afetada pela hipocrisia?
A palavra “hipocrisia”, na antiguidade, não tinha esta conotação negativa que hoje conhecemos. W. Barclay, em seu livro Palavras Chaves do Novo Testamento (Vida Nova), afirma que hipocrisia, na antiguidade, estava associada com outras realidades:
a) um interprete ou expositor de oráculos ou sonhos;
b) um orador;
c) um recitador de poesias;
d) um ator.
A conotação negativa que a hipocrisia assumiu nos dias atuais vem exatamente deste ultimo uso – ator, o que desempenha um papel, o que se apresenta de uma forma sem, na verdade, ser aquilo que aparenta.
Breve Analise do texto
Nos dias de Jesus, esta pratica estava bastante associada á religiosidade dos fariseus. Fariseu era um grupo religioso-politico-social de grande influencia nos dias de Jesus. Eram os “piedosos” da religião, devotos rigorosos e inquiridores da observância da Lei. Na verdade, eles assim desejavam ser conhecidos, mas não eram nada disso. Eram atores da moralidade e da piedade, interpretes de uma falsa santidade. Falavam e não viviam (v.23). Apresentavam-se envoltos em meio a uma redoma de pureza exterior, todavia, eram tão podres em seus desejos e planos, como qualquer outra pessoa (v.27).
Nos versículos 13 e 29, temos as acusações de Nosso Senhor contra os mestres Judeus. Em pé, no templo, e rodeado por uma multidão que o escutava, Jesus denuncia publicamente os erros principais dos escribas e fariseus e, sem poupar palavras, revela a divergência entre o discurso e a pratica destes religiosos dos seus dias. Por oito vezes ele usa a solene expressão “ai de vos”, e por sete vezes, ele os chama de hipócritas. Atentemos bem a essa passagem bíblica. Ela nos ensina algumas lições.
1. AS MANIFESTAÇÕES DA HIPOCRISIA
Nos evangelhos, percebemos claramente como a hipocrisia se manifestava na vida dos religiosos dos dias de Jesus. O Dr. W. Barclay faz uma analise de como o hipócrita era conhecido:
a) É o homem que se dá a representar publicamente a bondade. É o homem que quer que todos o vejam dar esmolas (Mt 6.2), que o vejam orar (Mt 6.5), que saibam que está jejuando (Mt 6.16). É o homem cuja bondade visa agradar não a Deus, mas aos homens.
b) É o homem que, no próprio nome da religião, quebra as leis de Deus. É o homem que diz que não pode ajudar seus pais, por que já tinha dedicado seus bens ao serviço de Deus (Mt 15.4-6; Mc 7.10-13). É o homem que se recusa a ajudar um enfermo no sábado, embora não descuide do bem-estar de seus animais no mesmo dia (Lc 13.15). É o homem que prefere sua própria idéia de religião à idéia de Deus.
c) É o homem que esconde os seus motivos verdadeiros sob uma máscara de fingimento. Os motivos verdadeiros das pessoas que perguntaram a Jesus acerca do pagamento de tributos não eram obter informações e orientação, mas, sim, embaraçar Jesus nas suas palavras (Mc 12.15; Mt 22.18).
d) É o homem que esconde um coração mau sob a mascara da piedade. Os fariseus eram assim (Mt 23.28). É o que pratica todos os gestos externos da religião, enquanto no seu coração há orgulho e arrogância, amargura e ódio. É tipo de pessoa que nunca deixa de ir à igreja e que nunca deixa de condenar um pecador.
e) O hipócrita acaba ficando cego. Pode interpretar os sinais do clima, mas não pode ler os sinais de Deus (Lc 12.56). Enganou aos outros tão freqüentemente, que acabou enganando a si mesmo.
f) O hipócrita é o homem que, pela causa da religião, afasta outras pessoas do caminho certo (Gl 2.13; Tm 4.2; I Pe 2.1). Persuade os outros a lhe darem ouvidos, em vez de escutarem a Deus.
g) No fim, o hipócrita é o homem sujeito a condenação de Deus (Mt 24.51).
Aqui há uma advertência. De todos os pecados, a hipocrisia é aquela no qual é mais fácil cair; e entre todos os pecados, é o mais rigorosamente condenado (Pecador convicto x Santo fingido). Temos que ter um grande cuidado para que não assumamos, na atualidade, a roupagem dos fariseus dos dias de Jesus. É muito mais fácil para uma pessoa viver uma realidade de hipócrita, mascarada, fingida, do que investir diligentemente, diariamente, vigilantemente em uma espiritualidade verdadeira, em uma religião de vida, em uma santidade autêntica. É por isso que hino “Vencendo vem Jesus” traz entre suas estrofes os seguintes versos: “Da vaidade, fieis servos, lutam por fazer-nos seus! Muitas vezes nos assaltam os modernos fariseus...”
Atentemos na linguagem usada pelo Senhor no texto. Ela revela, de maneira inequívoca, quão abominável é, aos olhos de Deus, o espírito de escribas e fariseus, não importando a forma em que se manifeste. Em Mateus 23.12-36, encontramos, por 8 vezes, a expressão usada pelos profetas do Antigo Testamento para referir-se à condenação – Ai! O primeiro “ai” nesta lista foi dirigido contra a sistemática oposição dos escribas e fariseus ao progresso do evangelho (v.13). O segundo “ai” é dirigido contra a cobiça e o espírito de auto-engrandecimento (v.14). O terceiro “ai” é dirigido contra o zelo pelo partidarismo (v.15). O quarto “ai” é dirigido contra as doutrinas e juramentos anunciados pelos escribas e fariseus (v.16) O quinto “ai” é dirigido contra a pratica de exaltação das coisas menos importantes, em detrimento das essenciais (v.23). O sexto e o sétimo “ais” são dirigidos contra uma característica geral da religião dos escribas. Para eles, a pureza de coração (vs.25,26). E o ultimo “ai” é dirigido contra a veneração fingida que eles demonstravam pela memória dos santos já mortos.
Nesta passagem inteira, podemos ver a deplorável situação em que se encontrava a nação judaica nos dias de Jesus. Se assim eram os mestres, quão grande deve ter sido a escuridão dos que eles eram ensinados.
Com base neste texto, não podemos deixar de reconhecer quão abominável é a hipocrisia aos olhos de Deus. Os escribas e fariseus não foram acusados de serem ladrões ou assassinos e, sim, de serem hipócritas desde o âmago de seu ser.
Temos, em tudo isso, um quadro melancólico que nosso Senhor nos dá acerca dos mestres judeus. Este quadro deveria nos trazer tristeza e humilhação. É um quadro que tem sido reproduzido inúmeras vezes na historia da igreja cristã, e que pode estar manifesto na vida de muitas crentes neste momento.
3. O TRATAMENTO DA HIPOCRISIA
A finalidade desta passagem bíblica é condenar a hipocrisia e mostrar que ela não é o melhor caminho para agradar a Deus. Pelo contrario, Jesus mapeou suas mais intensas manifestações e condenou seus mais seguros praticantes. A perspectiva de vida com Deus, apresentada por Jesus, Traz inerente um remédio contra a realidade da hipocrisia.
Em Mateus 5.8, Jesus, ao dar inicio aos seus ensinamentos, no chamado Sermão do Monte, difere completamente do discurso e da pratica dos fariseus. Ela enaltece a importância de buscarmos a pureza de coração – “Bem-aventurados os limpos de coração, por que verão a Deus”. Se a hipocrisia traz em si a condenação de Deus, por outro lado, a pureza de coração, a transparência de intenções, e a ausência de contaminação nos desejos garantem a aprovação do Senhor.
O grande desafio da igreja atual é uma pratica coerente, pura, desprovida de jogos de interesse escondidos. Busquemos a pureza de coração e rejeitemos a hipocrisia dos modernos fariseus.
Façamos nossa a oração de Davi: “Bem sei, meu Deus, que tu provas os corações, e que da sinceridade te agradas...” (I Cr 29.17).
Consideremos também a exortação de Hebreus 10.22: “Aproximemo-nos com sincero coração, em plena certeza de fé...”
Dando o Melhor para Deus
A mensagem do profeta Ageu aos seus ouvintes, não tratou de assuntos como: a imoralidade, idolatria ou injustiça social. O povo não estava adorando outros deuses ou violando os seus votos de casamento. Eles não estavam trapaceando entre si e nem oprimindo os pobres. Ainda assim, Ageu os denunciou, pois eles haviam colocado as suas preocupações, seus interesses, seus negócios acima do Senhor.
Enquanto o povo cuidava de suas próprias necessidades, a casa de Deus estava em ruínas. Eles reconstruíram suas casas, porém, não acharam tempo para reconstruir o templo. Talvez a oposição inicial dos povos vizinhos os tivesse desanimado, mas Ageu lhes disse que era chegada a hora. Eles precisavam terminar o templo e dar a Deus a honra que ele merecia!
Nos dias de hoje, muitas coisas tem ocupado nosso tempo. Ao cumprirmos muitos compromissos, outras preocupações podem nos impedir de darmos ao Senhor o tempo que ele merece. Como resultado disso, nossa vida não lhe traz a devida glória. Jesus disse que os planos de Deus para nossa vida devem receber a mais alta prioridade “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33).
Portanto, Deus precisa ser o primeiro em nossa agenda. Precisamos dar a ele o melhor. Não façamos o que o povo fez no tempo de Ageu.
Publicado no Boletim Dominical
Ano 1 - Número 3 - Julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
BÊNÇÃOS DECORRENTES DA MISERICÓRDIA PARA COM OS NECESSITADOS - Salmo 41
“Bem-aventurado o que acode ao necessitado; o SENHOR o livra no dia do mal. O SENHOR o protege, preserva-lhe a vida e o faz feliz na terra; não o entrega à discrição dos seus inimigos. O SENHOR o assiste no leito da enfermidade; na doença, tu lhe afofas a cama. Disse eu: compadece-te de mim, SENHOR; sara a minha alma, porque pequei contra ti”.
DEUS tem cuidado especial dos fracos e indefesos e promete abençoar quem demonstra compaixão pelos necessitados. E necessitados aqui pode também referir-se aos desorientados, desamparados, enfermos, órfãos, abandonados à própria sorte, aqueles que vivem sem esperança num mundo cada vez mais caótico e violento.
Salmo 41 destaca as seguintes BÊNÇÃOS DECORRENTES DA MISERICÓRDIA PARA COM OS NECESSITADOS:
(1) - O LIVRAMENTO DE DEUS - (Sl 41:1-2) - Atitude de misericórdia para com o pobre é um negócio de Deus através de nós. E a certeza que temos é de que se cuidarmos dos negócios de Deus, Ele cuidará dos nossos.
(2) - CONFORTO NA DOENÇA - (Sl 41:3) - É extremamente consolador saber que quando os recursos humanos já nada mais podem fazer para ajudar-nos, o conforto do Senhor nos assiste, mesmo que seja em nossas enfermidades.
(3) - TRIUNFO SOBRE A TRAIÇÃO - (Sl 41:9-11) - Deus busca homens e mulheres de espíritos desarmados da violência, a transbordar de compaixão e que gozem no cotidiano a bem-aventurança da misericórdia, ensinada no Evangelho (Mt 5:7).
Se tivermos a compaixão de nosso DEUS pelos necessitados, poderemos orar com confiança para que a bênção do Senhor nos alcance, para que ELE nos livre das nossas próprias dificuldades, nos guarde do mal, abençoe a nossa vida e aniquile o poder de Satanás (versos 1 e 2). A ainda mais: Ele promete nos dispensar a Sua Presença e Cura quando nós mesmos estivermos enfermos.
Vejamos esse mesmo ensino no capitulo 58, versos 6 e 7 da profecia de Isaías: “Parem de oprimir os que trabalham para vocês e os tratem com justiça, dando-lhes o salário a que tem direito; partilhem a vossa comida com os que tem fome e sejam hospitaleiros para os desprotegidos, pobres, desamparados. Dêem roupa a quem tem frio, e não se escondam daqueles que, sendo de vossa família, precisam da vossa ajuda…”
Rev. Silvio Bernardino
Resumo do Sermão ministrado em 17 de julho de 2011.
SÍNODO DA PARAÍBA ELEGE NOVA DIRETORIA PARA O NOVO BIÊNIO 2011 - 2013
O SPB-Sínodo da Paraíba realizou sua V Reunião Ordinária nos dias 07 à 09 de julho, no município do Conde (Chácara Porta da Fonte), tendo como Presbitério Hospedeiro o PPRB, Presbitério da Paraíba.
Presidido até a realização de sua reunião ordinária pelo Rev. Aguinaldo Melo, o SPB lançou como temática inspirativa para o novo biênio o seguinte desafio: “Plantar Novas Igrejas: É Tempo de Ampliar o Espaço de Nossa Tenda”.
O SPB tem hoje sob sua jurisdição os seguintes presbitérios: Presbitério da Paraíba; Presbitério da Borborema; Presbitério Sul da Paraíba; Presbitério Oeste da Paraíba e Presbitério Central da Paraíba.
Foram prestadas homenagens aos reverendos José Alves, primeiro presidente do SPB em onze anos de história e ao reverendo Aldenísio Avelino que militou na causa da expansão da IPB na Paraíba desde os dias em que o Sínodo era composto pelos estados da Paraíba e Rio Grande do Norte.
Na ocasião da abertura da V Reunião Ordinária do SPB, foi o mensageiro da palavra o Rev. Elias Medeiros, e dentre as autoridades da igreja presentes estavam a Secretária Nacional das SAF(s) Srª Ana Prado, que participou do Congresso Sinodal de SAF(s) ocorrido na mesma ocasião, e o Rev. José Roberto R. Coelho, Secretário nacional da Infância, ambos trazendo sadações do ilustre presidente do SC/IPB Rev. Roberto Brasileiro;
O novo presidente eleito do Sínodo da Paraíba é o Rev. Salvador Pereira; tendo como vice o Rev. Aguinaldo Melo. O mandato dos dois estende-se até o ano de 2013. Que Deus abençoe o SPB e capacite sua mesa executiva.
Apoio: http://www.pprb.org.br/
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